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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Apple Watch causa queimadura no pulso de um homem na Dinamarca

O dinamarquês Jãrgen Mouritzen estava no banheiro quando sentiu uma dor intensa em seu braço. Além da sensação, o homem sentia cheiro de carne queimada, e foi aí que percebeu que a origem de tudo era o Apple Watch que ele carregava no pulso.
 Algum circuito de fornecimento de energia teria se rompido dentro do dispositivo, causando superaquecimento e queimando um pedaço da pulseira. O calor excessivo começou a fritar a pele de Mouritzen, que contou sua história ao jornal britânico The Mirror. “Eu podia sentir o cheiro da carne queimando. 
E a pulseira estava tão quente que, quando tentei arrancá-la de meu braço, eu queimei meus dedos”, revela. Braço queimado pelo Apple WatchHomem mostra braço queimado pela pulseira do Apple Watch. (Foto: Reprodução/The Mirror) “Não havia nada por perto que pudesse ter esquentado tanto a pulseira além do relógio, mas a Apple ainda não me deu qualquer explicação”, continua o sujeito com o pulso queimado. 
 Apple Watch
Ele lamenta ainda o fato de a Apple não ter oferecido qualquer suporte para o acidente ao qual foi exposto. “Eu estava feliz com o relógio e, no geral, infeliz com os produtos da Apple e tenho certeza de que isso é um evento bem raro. Contudo, estou surpreso que eles estejam demorando tanto tempo para fazer algo ou para ajudar um consumidor”, conclui Mouritzen. A Apple ainda não comentou o caso. 
Fonte: The Mirror
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Não espere por muitos apps de ponta no iPad Pro

Por Ronaldo Gogoni

O iPad Pro é um senhor tablet, tão caro que se tornará uma ferramenta de poucos abastados. Desenvolvido sob a visão da Apple de que ele se torne o carrasco do PC (spoiler: nunca será), ele tem poder de fogo considerável para executar boa parte das tarefas que profissionais realizam em seus desktops.

Só que para isso ele precisaria de apps dedicados, poderosos e obviamente caros. Mas as políticas da App Store estão complicando a vida dos desenvolvedores nesse sentido.

A reclamação na verdade não é nova, desde sempre existem queixas sobre as políticas das plataformas mobile de empresas que gostariam de lançar versões de seus programas premium para tablets, mais precisamente o iPad. O grande problema é o preço: aplicativos profissionais custam caro, não dá para convencer um usuário a desembolsar cem dólares ou mais logo de cara. Por isso existem os períodos de testes, para que o profissional utilize o software por um tempo (com ou sem limitações) gratuitamente, e só então decida pela compra.

 ipad-pro

O problema é que com o iPad Pro no mercado posicionado como um rival do computador de mesa (curioso que Cupertino não lembra que também vende desktops e notebooks, apontando seus canhões exclusivamente para as plataformas IBM PC) e do Surface da Microsoft, que roda Windows 10 completo o tabletão precisaria de programas mais poderosos, e para isso seria interessante repetir o formato de negócios já utilizado no PC: oferecer uma amostra limitada para então cooptar o comprador.

Só que a Apple não quer saber. São dois os principais problemas: primeiro, o iOS não suporta o formato de trial, ou o app é gratuito ou é pago e os desenvolvedores não estão animados em vender suas ferramentas no iOS dessa forma, tendo que ou cobrar valor full e sofrer rejeição ou reduzir o preço e depreciar sua solução. Segundo, softwares do tipo sofrem upgrades periódicos que geralmente são pagos, e a Apple também não suporta esse modelo de negócios.

Isso não se aplica a gigantes como Microsoft e Adobe, suas soluções são campeãs de venda simplesmente pelo conjunto da obra, mas desenvolvedores menores estão sofrendo. A empresa responsável pelo app de design Sketch, que custa US$ 99, jogou a toalha porque não pretende nem fixar esse preço sem oferecer um trial e não tem a intenção de reduzir o valor, que não cobriria os custos do desenvolvimento.

Claro que tudo pode mudar caso a adoção do iPad Pro seja grande, mas por enquanto boa parte dos devs não está tão animada a oferecer suas ferramentas de ponta para uma plataforma dita tão poderosa quanto um desktop a preço de mobile.

Fonte: The Verge.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Base de recarga magnética do Apple Watch é lançada por US$ 79

Por: tecmundo

Confirmando os rumores divulgados esta semana, a Apple anunciou nesta quarta-feira (18) o lançamento oficial de seu dock de recarga wireless para o Apple Watch. Conhecido oficialmente como “Magnetic Charging Dock”, o produto já pode ser encontrado em algumas lojas oficiais da empresa pelo valor sugerido de US$ 79.

Aparentemente a novidade está disponível em diversos locais do mundo, como prova um vídeo gravado em Berlim, na Alemanha. A novidade permite recarregar as baterias do smartwatch o colocando sobre sua superfície quanto o deixando no modo Nightstand.

Ao contrário das opções não oficias disponíveis no mercado, o novo produto não depende do cabo do Apple Watch para funcionar corretamente. Para usá-lo, basta conectar um cabo Lightning compatível à parte de traz do acessório e em seguida conectar a outra ponta a uma fonte de energia.


Apple Day Arroba 


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